quarta-feira, 29 de abril de 2009

Faço da ilusão a minha própia vida.
Não posso nem querer sonhá-la.
A ideia de mim, inquieta a ilusão da sensação exterior de compreender o tormento do que sinto.
Do encantamento do que foste; foi.
Agonia atrai o meu pensamento para o querer ver-te sorrir, mas não posso.
Não posso nem querer ouvir-te!

Sou sombra de mim, mais uma vez.
És o meu maior abismo entre o meu sonho e o desconhecido anómalo sentido.

Hoje, sinto a minha vida derrepente, treva e fria, amarga e vazia.
Estou hoje vencida por este amor fictício.
Desejo que me abandones.
Deixa-me que te ignore, às margens do meu morto desespero.

3 comentários:

Unknown disse...

Olha aí a Florbela Espanca renascendo.

Unknown disse...

Achei du caralho seus trabalhos...
tem muita coisa boa ali!!

bjs Pedro Ursini
toh com uns trabalhos on lne, depois diz qq coisa
http://www.flickr.com/photos/ursini/

Anónimo disse...

desejo de nós..