Nem mesmo o peso da minha alma.
De nada me serve a palavra fria,
cálida e vazia, entropecida pela cegueira de um sonho apodrecido.
De nada me serve a voz prudente, não é mais do que de uma alma murcha e oprimida.
De nada me serve ter-me a mim.
Sozinha, absurdamente triste, alheia à praga de um sentido.
Sombra de volúpios e infinitos vultos."

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